quarta-feira, 9 de maio de 2012
Precárias condições da saúde indígena são denunciadas à Antônia Lúcia, em Brasília
Os representantes de seis comunidades indígenas do Acre, que estão em Brasília, para participar do ato político, sobre a PEC do Trabalho Escravo, nesta terça-feira, 08, no Auditório Nereu Ramos, na Câmara Federal, fizeram um protesto pedindo demarcação das terras, educação com qualidade e saúde humanizada.
Um documento revelando as precárias condições da saúde indígena, no Acre foi entregue a deputada federal Antônia Lúcia (PSC-AC). Os índios que estão há uma semana em Brasília, denunciam a falta de investimentos no setor de saúde e a falta de atendimento médico qualificado as comunidades indígenas do Estado.
Um representante indígena que falava pelos seis povos acreanos, fez um discurso emocionante e de protesto. Os índios protocolaram e entregaram inúmeros documentos às autoridades, expondo a dramática situação porque passam a maioria das comunidades indígenas nos municípios isolados do Acre.
“As agruras por que passam os índios no Acre, fizeram emergir do fundo da floresta ao coração do poder, o grito de que estamos morrendo. Que o mundo saiba. Façam alguma ação urgente. Não aguentamos mais. A saúde indígena nunca esteve tão pior…”, bradou um dos índios que representavam as comunidades indígenas acrianas.
Sensibilizada com o apelo dos índios, a deputada Antônia Lúcia disse que fará uma peregrinação nos órgãos federais, em busca de mais apoio e recursos para as comunidades indígenas do Acre. “Temos a obrigação de defender os interesses destes cidadãos. Vou lutar pelas melhorias na saúde das comunidades e pela celeridade na demarcação das terras indígenas em todo Acre”, enfatiza.
Ray Melo,
da redação de ac24horas
raymelo@ac24horas.com
sábado, 5 de maio de 2012
Integrantes da CPMI do Cachoeira serão vigiados
Por Redação, com ABr - de Brasília
Desde os trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Correios, em 2005, nenhuma outra comissão investigativa do Congresso teve cuidado tão rigoroso com a preservação do sigilo de documentos encaminhados pela Justiça quanto a CPMI do Cachoeira. As medidas incluem acesso restrito aos integrantes da comissão, que serão monitorados e gravados nas consultas e não poderão portar celulares ou outros aparelhos que capturem imagem.
Os deputados e senadores integrantes da CPMI poderão consultar os inquéritos das operações Vegas e Monte Carlo, da Polícia Federal, já digitalizados, por meio de três terminais de computadores. O trabalho será realizado numa pequena sala com menos de 10 metros quadrados e os parlamentares não poderão estar acompanhados por assessores.
O presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), destacou em ofício enviado à Subsecretaria de Apoio às Comissões Especiais e Parlamentares de Inquérito, encarregada da guarda dos documentos, que as medidas de segurança obedecem às orientações do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski. O ofício recomenda que “o exame das cópias enviadas fique restrito à CPMI, que deverá adotar rígidas providências para que seu conteúdo não seja indevidamente divulgado”.
Além disso, a Polícia do Senado e a Secretaria Especial de Informática (Prodasen) foram encarregadas por Vital do Rêgo de coordenarem a implantação das medidas.
Ao contrário do que aconteceu na comissão parlamentar de inquérito dos Correios, os parlamentares não poderão tirar cópias dos documentos resguardados pelo segredo de Justiça e que descreveriam o funcionamento e ramificações do suposto esquema de corrupção e exploração de jogos ilícitos comandado pelo empresário goiano Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
Ficou decidido também que os integrantes da CPMI do Cachoeira serão gravados e monitorados enquanto estiverem na sala da Subsecretaria de Apoio às Comissões Especiais e Parlamentares de Inquérito na qual os documentos serão consultados.
O parlamentar terá à sua disposição, nessa sala, apenas canetas esferográficas e papel em branco para as anotações que considerar pertinentes. Ao mesmo tempo, por determinação do presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo, os deputados e senadores terão que deixar aos cuidados dos servidores encarregados de proteger a sala aparelhos celulares ou qualquer outro equipamento que disponha de câmara fotográfica ou filmadora capaz de reproduzir imagens
Outra norma de segurança adotada foi o lacre de todas as entradas do tipo USB dos computadores. Essas entradas permitiriam a gravação dos documentos por meio eletrônico, conhecido como pen drive. Os terminais também estarão desconectados da internet.
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Fotos de Carolina Dieckmann nua causam engarrafamento na internet
As fotos da atriz Carolina Dieckmann nua que vazaram na internet, nesta sexta-feira, ganharam o topo da audiência dos trends no Twitter e causaram um verdadeiro engarrafamento no tráfego de dados da internet. Em poses sensuais, a atriz aparece, supostamente, fotografada por si mesma.
São, ao todo, 36 imagens de Carolina Dieckmann nua que circulam na internet e trazem uma mulher loira, de biotipo semelhante à atriz, completamente nua.
Carolina Dieckmann
No melhor estilo Scarlett Johansson, que no ano passado teve fotos que estavam guardadas em seu celular divulgadas por um hacker, as imagens revelam partes do corpo e também a completa nudez da modelo.
As fotos de Carolina Dieckmann nua foram catalogadas em um servidor de imagens com hospedagem fora do Brasil e podem ser visualizadas aqui.
Uma das galerias que continha as fotos, postadas na noite desta quinta-feira, foi retirada do ar, mas seguiram expostas a partir de outras fontes, que trazem Carolina Dieckmann nua e foram editadas em sites e blogs do mundo todo.
Carolina Dieckmann fará uma participação especial na nova novela de Glória Perez, Salve Jorge. A novidade foi anunciada pela própria novelista, através de seu Twitter, nesta segunda-feira, 30, e foi muito comemorada pela atriz, que nunca havia trabalhado em uma de suas produções.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
JORGE VIANA E DEMÓSTENES TORRES
Reportagem do Bom Dia Brasil, da Rede Globo, nesta sexta-feira (4), mostra (veja) os senadores petistas Jorge Viana e Aníbal Diniz, ambos do Acre, cumprimentando o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO), após discurso, em 6 de março, quando mentiu (leia) sobre o envolvimento dele com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
Naquele dia, Jorge Viana pediu aparte para manifestar solidariedade a Demóstenes Torres. Eis a integra do aparte:
"Caro Senador Demóstenes, eu sou ainda recém-chegado nesta Casa. Já o conhecia por sua atuação como homem público, na gestão em Goiás, mas especialmente na sua luta, no seu trabalho no Ministério Público. Depois, eu o conheci também como Senador da República e agora tenho o privilégio da convivência, do aprendizado diário aqui, no dia a dia, no contato com V. Exª. Inclusive nós temos uma reunião sempre às terças-feiras, do PT, e eu devo dizer que fiquei feliz de ter participado de uma reunião e visto tanta maturidade do meu partido, dos meus colegas, quando apreciávamos algo que V. Exª, ontem, por telefone, não fez questão de esconder: “Olha, eu, amanhã, devo falar”. E eu, inclusive, no contato com V. Exª, falei: “Eu acho que é muito importante que possamos ouvi-lo, porque eu sei o quanto deve ser difícil para V. Exª passar por essa situação”, como bem disse o Senador Aloysio.
Mas V. Exª hoje, aqui, foi muito tranquilo em suas colocações, como era de se esperar; separou as questões. Eu acho que uma questão central é que V. Exª também não acusou ninguém. V. Exª também não fez uma defesa sua, até porque não há acusação. V. Exª abriu a situação toda e explicou que há questões pessoais envolvidas. E, obviamente, há uma pessoa muito complicada no meio disso. Independentemente das relações pessoais e familiares que nós temos, é uma pessoa complicada, tanto é que está detida. Mas isso não pode ser elemento para julgamento precipitado ou coisa que o valha. E mais: V. Exª foi um pouco mais à frente. Se há dúvida, se essas escutas vieram somente de um lado, V. Exª já falou: “Eu estou interessado”. Foi no ano passado que ocorreu esse episódio, e, se houvesse algum diálogo comprometedor, certamente, V. Exª, nesta hora, se estivessem agindo dentro da lei, já deveria ter algum processo aberto junto ao Supremo. Eu queria dizer que, neste País, todos nós – eu, particularmente, que estou chegando a esta Casa – temos a missão de combater a corrupção. É central fazer com que o País ganhe uma fama diferente da que, durante um período, o País carregou. Temos de ter uma atuação baseada em princípios éticos. Eu devo dizer que V. Exª, onde atua...
Dou o exemplo do próprio Código Florestal, quando tive sua colaboração importante e decidida, pois V. Exª não veio para facilitar para ninguém, V. Exª veio para dar mais poder para o Estado brasileiro, quando apresentou emendas, aumentando o poder dos órgãos de comando e de fiscalização. Vale ressaltar isso. O nosso Líder, certamente, daqui a pouco, vai falar, até porque o entendimento era esse. Eu iria apartear o meu Líder, mas, como todos os colegas estão se posicionando, achei pertinente trazer aqui um gesto meu de solidariedade a V. Exª. Aqui, não estou fazendo juízo precipitado, mas eu, particularmente, e muitos dos colegas que estão aqui já fomos vítimas, em algum momento, de situações que entendemos que nos atingiram, mas que foram injustas. Existe, no País, um ambiente que em nada ajuda o combate à corrupção, que em nada ajuda a fazermos uma limpeza dos malfeitos: o de tentar nivelar todos. Isso é muito ruim para o País. Em algumas situações, em muitos casos, um questionamento vira denúncia, a denúncia vira acusação, e a acusação vira sentença. Não tenho pendências, mesmo tendo sido Prefeito e Governador, mas meu caso é raro.
Na última eleição que disputei, uma indústria de pessoas que deveriam guardar a lei agiu fora da lei; houve uma indústria de denúncia anônima. Com base em denúncia anônima, quebraram o sigilo de quase cinquenta pessoas no Acre, quebraram o sigilo de quem queriam. Quebravam o sigilo, encontravam alguma conversa e, depois, diziam: “Está justificado, porque há uma denúncia anônima”. Combinada com um mesmo juiz? Ou seja, foram atitudes reconhecidamente fora da Constituição, atitudes criminosas. E penso que, além de demonstrar confiança em V. Exª, passado esse período, temos de refletir, no Senado Federal, sobre como esses questionamentos, denúncias, julgamentos e condenações chegam rapidamente aos jornais, sem passar pelas mãos dos juízes, dos tribunais – tudo isso já vai diretamente para os jornais.
Algumas figuras da República já são condenadas junto com o questionamento. Hoje, V. Exª tem a confiança desta Casa, porque a conquistou com seu trabalho, com sua postura, com suas atitudes. Espero que V. Exª atravesse esse período, como muitos de nós já tivemos de atravessar. Mas, certamente, V. Exª vai ajudar-nos a fazer com que este País fique um pouco melhor do ponto de vista do manuseio de processos inconclusos, de acusações sem provas e, especialmente, de ilações. Houve relações pessoais e familiares, e V. Exª fez questão de dizer isso. Há questões absolutamente pessoais, que não se podem confundir com a postura pública de V. Exª. Presto minha solidariedade. E devo dizer que para mim é um prazer enorme poder contar com um colega como V. Exª nas Comissões e no plenário desta Casa. Obrigado."
Publicado por Altino Machado
UMA LUZ
Escrito por Luiz Calixto
Salvo as honrosas exceções, e o percentual natural de ¨nós cegos¨ existentes em qualquer sociedade, não creio que a querida população acreano deixe de pagar suas contas de luz por simples prazer.
Por detrás dessa enorme inadimplência alegada pela Eletroacre há um grave problema que o governo e sua ´milionária propaganda tenta esconder: o povo acreano empobreceu na última década, coincidentemente o mesmo período das gestões petistas e a renda concetrou-se ainda mais.
Quem tinha, continua tendo. E quem não tinha nada, tem menos ainda.
Cerca de 60% das contas não são pagas voluntariamente e somente são recebidas na base do alicate e da inscrição no SERASA.
Outro fator determinante é o perigoso endividamento consignado de quem tem renda fixa de salários.
Parte dos nossos recursos estão a encher os cofres do Banco do Brasil, do BMG e das dezenas de financeiras que oferecem dinheiro a juros altíssimos nas esquinas da cidade.
O que não podemos olvidar é que a Eletroacre é uma empresa do governo federal gerida por petista indicados pelo partido.
Cratera pode deixar a cidade de Manoel Urbano isolada do restante do Estado
Jairo Carioca, de Manoel Urbano-Acre
jscarioca@globo.com
Uma enorme cratera virou cartão postal da cidade de Manoel Urbano, na zona central do estado do Acre. Localizada na entrada do município, o buraco engoliu mais de 60% da única estrada que permite acesso até a BR 364. Os moradores que moram próximo ao local têm medo de serem engolidos pela destruição. Pior, o aniversário da cidade é dia 14 de maio.
O secretário de Obras não foi encontrado na tarde de ontem na sede da prefeitura para falar sobre as providências tomadas. Taxistas temem que até o dia 14, o buraco tenha tomado de conta de toda a pista. Eles dizem que já fizeram várias reclamações ao prefeito Francisco Mendes.
A MAV, empresa responsável pela pavimentação da rodovia de acesso a Manoel Urbano, não mantém nenhum profissional em seu canteiro de obras.
Cratera já engoliu mais de 60% da pista de acesso à cidade
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