segunda-feira, 25 de abril de 2011

Profissionais satisfeitos rendem mais. No seu trabalho, já sabem disso?


É preciso mudar o comportamento predominante nas organizações, afirma especialista

A falta de confiança é um dos motivos para que os profissionais não rendam o máximo possível dentro da empresa, segundo avalia o sócio-diretor da Muttare consultoria de gestão, Tatsumi Roberto Ebina. De acordo com ele, ao conceder poder de decisão aos seus colaboradores, as organizações podem sentir, até no curto prazo, algumas mudanças positivas, além de prevenir eventuais riscos.

"As empresas têm o poder de modificar o pensamento e alinhar os valores dos colaboradores com os seus. Porém, existe uma lacuna entre o que as empresas pregam em seus discursos e o que elas realmente praticam para dar mais autonomia aos seus funcionários. Impedir que eles exerçam um papel de maior destaque inibe que eles cresçam. E essa insatisfação pode resultar em comportamentos prejudiciais para as empresas", avalia Ebina .

Respeito

Além da falta de confiança, o especialista acredita que "muitas empresas não valorizam o colaborador", sendo que algumas sequer o respeitam. Tais comportamentos também acabariam por impactar no rendimento do profissional, que, muitas vezes, diz ele, precisa manter uma imagem para assegurar o crescimento dentro da companhia.

   Nyul/ iStockPhoto   
    
  
É preciso mudar o comportamento predominante nas organizações, afirma
especialista
  


"Valorizar não se refere apenas à questão da remuneração. O que conta verdadeiramente é que as pessoas precisam ser respeitadas naquilo que elas são. Na medida em que estão dentro da empresa passaram por um processo de seleção que as qualificou e as identificou com os valores e competências requeridas para aquela organização. É preciso mudar o comportamento predominante nas organizações", afirma Ebina . 

Na sua empresa, a liderança já se deu conta de tudo isso? Deixe seu comentário.

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sábado, 16 de abril de 2011

Vá com calma: questionar superiores é possível, mas requer alguns cuidados

O primeiro deles, segundo especialistas, é averiguar se os motivos são baseados em fatos e afetam resultados 

 

Questionar o líder quando ele comete algum erro durante o desenvolvimento de um projeto ou mesmo quando comete alguma injustiça com alguém da equipe pode não ser comum e poucos profissionais acabam fazendo. Contudo, questionar a liderança em tempos de mercado mais aberto é possível – sempre observando determinados cuidados.

“Como em qualquer relação, existe sempre um limite, tanto na forma de questionar como na postura”, afirma a sócia da Search Consultoria em Recursos Humanos Ilana Lissker. Para ela, a possibilidade de se questionar comportamentos e decisões dos líderes é maior ou menor dependendo da relação que o profissional tem com a liderança. “Dependendo do grau de abertura, dá para o subordinado conversar com o líder”, completa a gerente de Marketing da Monster Brasil, empresa de recrutamento e gerenciamento de carreiras on-line, Andreza Santana.

Para ela, via de regra, questionar o líder é sempre uma tarefa complicada, ainda que o profissional tenha motivos para fazê-lo. Mas alerta que é preciso ter razões consistentes para quaisquer questionamentos. “A abordagem vale a pena se ela for madura e baseada em fatos e não em impressões”, aconselha.

    Imagem: Izaokas Sapiro || iStockphoto    
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    "Como em qualquer relação, existe sempre um limite, tanto na forma de
questionar como na postura" 
   


Com interrogações na cabeça

Levantar dúvidas sobre o comportamento ou determinada decisão do líder só deve ser feito se essas ações provocarem danos no trabalho da equipe ou no resultado do profissional. Não são raros casos em que gestores privilegiam determinados funcionários em detrimento de outros ou mesmo que cometam injustiças com alguns colaboradores.



Questionar esses comportamentos é mais delicado, tendo em vista que dificilmente é possível constatar na prática os prejuízos dessas ações. “Além disso, um líder que age dessa forma já tem dificuldades de ouvir e entender o problema”, avisa Ilana. Esse tipo de situação é mais fácil de ser resolvido quando o prejuízo envolve toda a equipe. E ainda assim é preciso cuidado na hora de tratar esse assunto. “É preciso que o profissional sinta essa situação, porque, dependendo do caso, o líder pode se sentir ameaçado”, completa a consultora.

Para Andreza, o importante nessas situações é o profissional tentar não abalar uma relação de confiança que pode estar estabelecida. “Quando há essa perda, fica mais difícil lidar com essa situação”, afirma. Por isso, ela recomenda três passos fundamentais para se questionar o líder. “O profissional deve fazer uma análise para ver se a razão para se questionar o chefe é objetiva ou subjetiva”, afirma.

Se o profissional constatar que as razões são objetivas e que há fatos que as comprovem, o profissional deve compartilhar suas constatações com alguém de confiança. “De preferência, alguém de senioridade maior que ele, com mais experiência”, completa Andreza. Caso seja constatado que existe uma razão concreta para os questionamentos, o profissional deve ter uma conversa direta com o líder. Mas sempre observando a situação e respeitando os limites.

Os limites em situações como essas são, na avaliação das especialistas consultadas, o respeito à hierarquia e ao próprio líder, como um profissional geralmente mais experiente que o colaborador. “Por mais que ele lhe dê abertura, ele é o seu chefe”, alerta Ilana. “O ideal é nunca colocar esse líder contra a parede”, alerta.
 

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

QUAL A MELHOR POSIÇÃO?

COMPARTILHANDO...TRANSCRITO DO BLOG DO PITTER LUCENA (ESPOCO)...

Segundo estudos recentes:

- Parado em pé, fortalece a coluna;
- de cabeça baixa, estimula a circulação do sangue;
- de barriga para cima é mais prazeroso;
- sozinho, é estimulante, mas egoísta;
- em grupo, pode até ser divertido;
- no banho pode ser arriscado;
- no automóvel, é muito perigoso…
- com frequência, desenvolve a imaginação;
- entre duas pessoas, enriquece o conhecimento;
- de joelhos, o resultado pode ser doloroso…

Enfim, sobre a mesa ou no escritório,
antes de comer ou depois da sobremesa,
sobre a cama ou na rede,
nus ou vestidos,
sobre o sofá ou no tapete,
com música ou em silêncio,
entre lençóis ou no “closet”:
sempre é um ato de amor e de enriquecimento…

Não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a posição socioeconômica…

… Ler é sempre um prazer…!!!

DEFINITIVAMENTE, LER LEVA A DESFRUTAR DA IMAGINAÇÃO…

E VOCÊ ACABOU DE EXPERIMENTAR ESSE FATO…!!!

MENTE SUJAAAAAAAAA!!!

terça-feira, 12 de abril de 2011

Número de desabrigados pela alagação do rio Acre já passa de mil


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Tião Vitor e Tatiana Campos     12-Abr-2011
Prefeitura de Rio Branco decreta situação de emergência e governo do Estado garante apoio para as famílias atingidas        

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“O governo e a prefeitura estão de mãos dadas neste momento difícil, uma situação causada pela força da natureza
O governador Tião Viana visitou os desabrigados pelo rio Acre que estão alojados no Parque de Exposições para garantir que o atendimento prestado pelo governo e prefeitura de Rio Branco seja o melhor possível. Água potável, energia, medicamentos e assistência médica 24 horas estão sendo oferecidos às 300 famílias desalojadas. Tião também autorizou a contratação de barcos e caminhões para ajudar na retirada das vítimas das áreas alagadas.

“O governo e a prefeitura estão de mãos dadas neste momento difícil, uma situação causada pela força da natureza. As famílias que estão aqui contam com a infraestrutura possível, com médico, água. A decretação do Estado de Emergência permite que a gente vá a Brasília pedir mais recursos para atender as pessoas que moram em áreas de risco”, disse o governador Tião Viana.

Quem tiver barcos ou caminhões e esteja disposto a ajudar na retirada das famílias em áreas de risco ou alagadas poderá prestar serviço ao governo através da Defesa Civil, que está autorizada a contratar caso seja necessário. “A intenção é retirar o maior número de famílias e os seus bens no menor espaço de tempo possível”, ressaltou o governador.

O secretário de Desenvolvimento para Segurança Social (SEDSS), Antônio Torres, disse que o governo do Estado está trabalhando em parceria com a prefeitura para dar o apoio necessário aos desabrigados. Ele contou que há equipes do Plantão Social da SEDSS colaborando com as equipes da prefeitura e fornecendo apoio logístico para o atendimento às famílias desabrigadas. “Estamos cedendo veículos e pessoal para ajudar na retirada das famílias”, contou Torres.

Situação de Emergência

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Água potável, energia, medicamentos e assistência médica 24 horas estão sendo oferecidos às 300 famílias desalojadas (Foto: Gleilson Miranda/Secom)
Um total de 227 famílias já  estava abrigado no parque de exposições Marechal Castelo Branco por volta das 9 horas da manhã desta terça-feira, 12. O número de pessoas ali instaladas já ultrapassa a casa dos mil. São todas oriundas de áreas ribeirinhas alagadas pela cheia do rio Acre. No local, elas recebem a atenção do poder público e um lugar para ficar até que o nível do rio baixe e permita o retorno seguro para as suas residências.

O prefeito de Rio Branco, Raimundo Angelim, esteve no parque de exposições por volta das 8 horas. Logo em seguida, ele decretou situação de emergência, haja vista o número de bairros alagados. A prefeitura estima que mais de 3 mil pessoas já  foram afetadas.

A decretação do estado de emergência credencia Rio Branco para o recebimento de recursos da Defesa Civil nacional. Além disso, a prefeitura pode proceder a compra de alimentos, além de diversos outros produtos usados para dar apoio aos desabrigados evitando diversos trâmites burocráticos.

O prefeito Angelim disse estar preocupado com o comportamento do rio Acre, que tem subido bastante nos últimos dias. Na medição feita por volta das 6 horas da manhã, o nível do rio estava em 15,44 metros. Na noite de segunda-feira, 11, o nível do rio estava em 15,29 metros, o que mostra uma subida de 15 centímetros. A previsão é de que o rio continue subindo nas próximas horas. O seu nível está alto nas cidades de Xapuri, Brasileia e Assis Brasil, todas cidades localizadas às margens do rio e acima de Rio Branco. Outra preocupação é com o Riozinho do Rôla, um dos principais afluentes do rio Acre. Na noite de segunda-feira, o Riozinho apresentava o seu nível em 14,85 metros e, na manhã desta terça-feira, 14,90 metros, demonstrando clara elevação.

“Esses números preocupam, pois é provável que mais famílias sejam desabrigadas”, disse Angelim. “Estamos com uma estrutura muito grande aqui para atender os desabrigados”, afirmou Angelim. Ele acredita que o número de desabrigados deve subir bastante nas próximas horas.

Número de famílias desabrigadas cresce a cada hora

A toda hora mais e mais famílias estão chegando ao parque. Famílias como a de Luciana Nascimento de Souza. Logo cedo ela estava com parte de sua mobília na calçada da Avenida Amadeo Barbosa, no bairro Seis de Agosto, à espera de um transporte para ir também se abrigar junto com o marido, Rogério Paiva, e os quatro filhos no parque. Enquanto ela aguardara o transporte, Rogério ajudava outras famílias - vizinhos, em sua maioria - a também retirar os móveis. “O rio está subindo muito rápido. Não está  dando tempo para o pessoal da prefeitura e do governo tirar todo mundo. Enquanto eles tiram umas famílias, outras já estão na mesma situação. Por isso meu marido está ajudando”, disse Luciana. O que a família levou para o parque foi apenas alguns dos bens. Os demais móveis foram suspensos dentro da casa. “Vamos torcer para que o rio não suba mais, pois, se subir, perderemos tudo”, lamentou.
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Quem tiver barcos ou caminhões e esteja disposto a ajudar na retirada das famílias em áreas de risco ou alagadas poderá prestar serviço ao governo através da Defesa Civil, que está autorizada a contratar caso seja necessário (Foto: Gleilson Miranda/Secom)

O lugar de abrigo de todos, o parque de exposições, transformou-se em uma minicidade. Ali, prefeitura e governo do Estado montaram uma estrutura especial para atender todas as famílias. Um posto de atendimento médico está funcionando no local durante 24 horas. Durante sua visita nesta manhã, Tião Viana autorizou que médicos do Estado passassem a fazer o atendimento no local. Viana também disponibilizou medicamentos para abastecer a farmácia do posto.

Todo esse aparato atende famílias como a de Luciana e Rogério e como a de Sidney Lima da Silva. Ele e sua companheira, Marilene Chagas de Souza, estão abrigados desde a noite de segunda-feira, 11, no parque. Foram socorridos por homens do Corpo de Bombeiros. A casa em que vivem no bairro Taquari foi tomada pelas águas do rio. Permanecer no local seria um risco para eles e para o filho de oito meses. “A gente sempre espera que a água não chegue à casa da gente, mas quando chega não tem o que esperar, tem que sair mesmo”, disse Sidney. “O pessoal nos ajudou a tirar nossas coisas e agora estamos aqui. Vamos esperar que o rio baixe logo.”

Duas mil casas serão entregues até dezembro

O governo do Estado tem se esforçado para garantir casa a quem mora em áreas de risco ou alagadiças. A política habitacional prevê a entrega de duas mil casas em 2011, sendo o primeiro lote em maio, o segundo em agosto e o último em dezembro. Para o ano que vem a previsão é de três a cinco mil moradias.

“Entre 2009 e o final de 2011 a estimativa de entrega é de 10 mil unidades, com a possibilidade de chegar a 20 mil casas entregues entre o governo do Binho e o meu. Mas nós temos 36 mil famílias cadastradas no programa de habitação. Foram contratadas muitas obras e há poucas empresas para a demanda. Às vezes a gente vê a casa aparentemente pronta, mas faltam esgoto, saneamento, energia. E nós temos essa responsabilidade de só entregar uma casa com toda a infraestrutura de que ela precisa”, explicou Tião.

Bairros afetados

Adalberto Aragão, Ayrton Senna, Baixada da Habitasa, Cidade Nova, Cadeia Velha, Terminal da Cadeia Velha, Seis de Agosto, Triângulo Novo, Taquari, Base e Aeroporto Velho.

Áreas rurais afetadas

Panorama, Liberdade, Vai se Vê  I e II, Limoeiro, Catuaba, Bagaço, Extrema, Colibri, Corredeira, P.A. Moreno Maia, Jarinauá - Seringal Belo Horizonte, Barro Alto (Cajazeira, Água Preta e Barro Alto) e São Francisco do Espalha.

TENHA IDADE, MAS MANTENHA-SE JOVEM





Poupe um pouco para sempre ser independente financeiramente.

Não precisa
ser muito, não comprometa o prazer que o dinheiro pode lhe dar em razão de um tempo maior de velhice, que pode até não acontecer, se você morrer antes. Além disso, um idoso não consome muito além do plano de saúde e dos remédios. Provavelmente, você já tem tudo e mais coisas só lhe darão trabalho.

Pare também de se preocupar com a situação financeira de filhos e netos, não se sinta culpado em gastar consigo mesmo o que é seu de direito.

Provavelmente
, você já lhes ofereceu o que foi possível na infância e juventude, assim como uma boa educação. Portanto, a responsabilidade agora é deles. Não seja arrimo de família, seja um pouco egoísta, mas não usurário.

Tenha uma vida saudável, sem grandes esforços físicos. Faça ginástica moderada, alimente-se bem, mas sem exagero.

Tenha a sua própria condução
, até quando não houver perigo. Nada de estresse por pouca coisa. Na vida tudo passa, sejam os bons momentos que devem ser curtidos, sejam os ruins que devem ser rapidamente esquecidos.

Esteja sempre limpo, um banho diário pelo menos, seja vaidoso, freq
uente barbeiro, pedicure, manicure, dermatologista, dentista, use perfumes e cremes com moderação e por que não uma plástica?

Já que você não é mais bonito, seja pelo menos bem cuidado.
Nada de ser muito moderno, tente ser eterno.
Leia livros e jornais, ouça rádio, veja bons programas na TV, acesse a internet, mande e responda e-mails, ligue para os amigos. Mantenha-se sempre atualizado sobre tudo.

Respeite a opinião dos jovens, eles podem até estar errados, mas devem ser respeitados. Não use jamais a expressão "no meu tempo", pois o seu tempo é hoje.

Seja o dono da sua casa por mais simples que ela possa ser, pelo menos lá você é quem manda. Não caia na besteira de morar com filhos, netos, ou seja lá o que for.

Não seja hóspede, só tome esta decisão quando não der mais e o fim estiver bem próximo. Você está no período do ronco e da flatulência.

Um bom asilo também não deve ser descartado e pode até ser bem divertido, e você irá conviver com a turma da sua geração e não dará trabalho a ninguém.

Cultive um "hobby", seja caminhar, cozinhar, pescar, dançar, criar gato, cachorro, cuidar de plantas, jogar baralho, golfe, velejar ou colecionar algo. Faça o que gosta e os seus recursos permitam.
Viaje sempre que possível, de preferênci
a, vá de excursão, pois além de mais acessível, pode ser financiada e é uma ótima oportunidade para se conhecer novas pessoas.

Aceite todos os convites de batizado, formatura, casamento, missa de sétimo dia, o importante é sair de casa. Fale pouco e ouça mais, a sua vida e o seu passado só interessam a você mesmo. Se alguém lhe perguntar sobre esses assuntos, seja sucinto e procure falar coisas boas e engraçadas. Jamais se lamente de algo.

Fale baixo, seja gentil e educado, não critique nada, aceite a situação como ela é.
As dores e as doenças estarão sempre presentes; não as torne mais problemáticas do que são falando sobre elas. Tente sublimá-las, afinal, elas afetam somente a você e são problemas seus e dos seus médicos.

Não fique se apegando em religião, depois de velho, rezando e implorando o tempo todo como um fanático. O bom é que, em breve, seus pedidos poderão ser feitos pessoalmente a ele.

Ria, ria muito, ria de tudo, você é um felizardo, você teve uma vida, uma vida longa, e a morte será somente uma nova etapa incerta, assim como foi incerta toda a sua vida.

Se alguém disser que você nunca fez nada de importante, não ligue. O mais importante já foi feito: Você!

1 - "O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar ..., e de correr o risco para viver seus sonhos." 

2 - "O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes." 

Autor desconhecido

O leão está de olho em você

O plano de metas deste ano pela Secretaria da receita Federal do Brasil é fiscalizar as informações advindas de locações, compra e venda de imóveis e, especialmente, as despesas médicas 

 Por Antonio Gonçalves, www.administradores.com.br

 

Desde os acontecimentos no final do ano passado nos quais o sistema de sigilo e integridade dos dados dos contribuintes foram afetadas e questionados a Secretaria da Receita Federal do Brasil implementou uma série de modificações que afetaram diretamente o contribuinte para a Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física de 2011.

O endurecimento varia desde um maior rigor na fiscalização quanto à criação de parâmetros especiais a serem melhor observados quanto à declaração. O plano de metas deste ano pela Secretaria da receita Federal do Brasil é fiscalizar as informações advindas de locações, compra e venda de imóveis e, especialmente, as despesas médicas.

Já existia, no passado, um critério subjetivo, um limite de até 15% da renda ser tolerado a título de despesas médicas. Ora, se o contribuinte possui o dinheiro e passa por necessidade, por que a Receita irá colocá-lo na Malha Fina a seu bel prazer? Isso mesmo, e pior: para os mais experientes, leia-se acima de 65 anos, o drama é ainda maior: o plano de saúde cobra mensalidades astronômicas e o prêmio fiscal é ser conduzido diretamente para a malha por ser "incompatível com a renda".

Além disso, a receita deseja olhar com mais atenção os abatimentos em busca de fraudes, valores lançados a maior ou inexistentes, tudo para arrecadar e obter uma restituição.

Na mesma esteira temos os aluguéis, muitas vezes omitidos quando entre pessoas físicas e as transações imobiliárias feitas entre particulares, nas quais se convenciona um valor menor que o da venda. A fraude existe e a Receita está ávida pela arrecadação e distribuição de Autos de Infração, que o contribuinte fique atento, pois, definitivamente, o Leão está de olho.

Antonio Gonçalves - é advogado criminalista, pós-graduado em Direito Tributário (FGV) e Direito Penal Empresarial (FGV). Especialista em Direito Penal Internacional e o Combate ao terrorismo - ISISC - Siracusa (Itália) - órgão conveniado com a ONU; em Direito Penal Empresarial Europeu pela Universidade de Coimbra (Portugal); membro da Association Internationale de Droit Pénal - AIDP. Pós-graduado em Direito Penal - Teoria dos Delitos (Universidade de Salamanca - Espanha). 

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Confira quais são os 11 principais erros dos novos gestores

É comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar

Ser promovido a um cargo de chefia pode ser o desejo de muitos profissionais. Mas o tão sonhado posto pode virar pesadelo se a pessoa não souber gerenciar a sua equipe. Neste momento, é comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar.

O coach-executivo da Alliance Coaching, Pablo Aversa, explica que os erros acontecem porque as pessoas que são promovidas a um cargo de liderança não recebem treinamento.

Para que isso não ocorra, ele indica que as empresas promovam treinamentos tantos externo como internos, contratem serviços de coaching ou ainda desenvolvam um programa em que gestores mais experientes compartilhem ideias e escutem os novos gestores.

"Escolher um mentor pode ajudar. Converse com alguém que você confie, pode ser da mesma empresa ou até mesmo de fora. Este mentor se sentirá lisonjeado. Dificilmente alguém negará ajuda", acrescenta.

Outra maneira de evitar erros é não ter uma postura preestabelecida em mente. Além disso, o novo gestor tem de ser humilde ao lidar com a sua equipe, ou seja, assumir que está aprendendo.

11 principais erros
Para ajudar nesta nova etapa da carreira, o especialista indicou os principais erros cometidos pelos novos gestores. Confira:

Considerar que você sabe tudo: mesmo que o profissional tenha total conhecimento de sua área, ele não sabe tudo, já que a parte mais importante do trabalho ele ainda não domina: gerenciar pessoas. Aversa aconselha que o novo líder ouça as pessoas que estão ao seu redor e procure saber a opinião delas;

Mostrar a todos quem está no comando: todos da sua equipe sabem que você está no comando. Não é necessário demostrar todo o tempo que você é o chefe. O fundamental é que o novo gestor faça a diferença;

Mudar tudo: só porque alguma atividade não é feita da mesma forma que você costuma fazer, não significa que necessariamente está errada;

Ter medo de fazer tudo: talvez você não tenha solicitado essa promoção e não esteja certo que poderá dar conta do trabalho. Mas não permita que isso faça com que você não exerça sua função da melhor maneira possível. Seus superiores não teriam colocado você neste cargo se eles não tivessem confiança que você pode dar conta do desafio;

     Jacob Wackerhausen/ iStockPhoto    
       
    É comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por
excesso de vontade de querer acertar 
   


Não dedicar tempo para conhecer seu time: mesmo que você tenha trabalhado ao lado dos profissionais da sua equipe durante anos, isso não significa que você os conhece. Entenda o que os estimula, como motivá-los, o que os deixa apreensivos ou preocupados. Conheça-os individualmente, porque essa é a única forma pela qual você pode gerenciá-los de maneira eficaz. Lembre-se que sua equipe é o que irá fazer com que você se saia bem ou não no desafio de ser um bom líder. Dê a sua atenção e dedique tempo para eles;

Não perder tempo com o seu chefe: quem acredita que o chefe compreenderá que o novo gestor está ocupado e não precisa do seu tempo está enganado! Seu trabalho, da mesma forma como era antes de você virar um gestor, é apoiar seu chefe. Assegure-se que você dedica algum tempo para ele, para que ambos possam trocar informações e para receber direcionamento e treinamento;

Não se preocupar com problemas ou com funcionários problemáticos: você não pode mais evitar problemas ou acreditar que eles vão se resolver sozinhos. Quando algo acontece é a sua função descobrir a melhor solução e fazer com que ela seja executada. Isso não significa que você não pode pedir opinião ou apoio dos demais. Você é a pessoa que tem que garantir que a questão está sendo devidamente encaminhada;

Não se permitir ser humano: ser chefe não representa que você não pode rir, demonstrar emoções, ou mesmo cometer um erro ocasional;

Não proteger seu time: os profissionais de sua equipe receberão pressão de todos os lados. Outras áreas da empresa podem querer culpar você por interfaces frágeis. Seu chefe pode querer informar todas as funções desagradáveis no seu departamento. O departamento de Recursos Humanos pode decidir que o nível salarial das posições classificadas na sua área está super-estimado. É sua função defender o seu time e se assegurar que eles são tratados da forma mais justa possível;

Evitar responsabilidade por qualquer coisa: goste ou não, como gestor você é responsável por tudo o que acontece no seu time. Por isso, você tem de construir canais de comunicação de forma que não haja surpresas. Não tem jeito: a responsabilidade vai de mãos dadas com a autoridade conquistada;

Rotular gerações: outro erro comum é rotular as diferentes gerações que trabalham na empresa. Os gestores têm de saber aproveitar os diferentes tipos de profissionais. O mais importante é aprender a conviver, dessa maneira todos ganharão: a empresa, os profissionais e o chefe! 

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